terça-feira, 26 de maio de 2009

GRANDE PROJETO DE LEI. VAMOS VOTAR?


Portanto, nos mesmos moldes da tolerância zero de álcool no trânsito, proponho a lei de tolerância zero pra corruptos(obs: concordo plenamente com a Lei de tolerância ZERO para o consumo de bebidas alcoólicas para motoristas, e nos mesmos moldes, estamos defendendo a tolerância ZERO para políticos corruptos, precisamos de 1.000.000 de assinaturas para que seja enviado o projeto de Lei para Brasília para que os filhos de Layde Laura, votem o referido projeto, tentemos)
1) A corrupção torna-se crime hediondo.
2) Acaba o foro privilegiado para qualquer autoridade
3) A imunidade fica restrita apenas às atividades estritamente legislativas.
4) O sigilo fiscal e bancário deixa de existir automaticamente uma vez que o candidato eleito for diplomado.
5) Candidatos que estiverem sendo processados em varas criminais ficam inelegíveis
6) Qualquer candidato com condenação passada fica inelegível, tem que ter currículo perfeito.
7) O voto torna-se optativo.
8 ) A renúncia não interrompe o processo de cassação.

1) A corrupção torna-se crime hediondo
No caso do roubo ser maior que R$ 50.000,00 (cinqüenta mil Reais) o dinheiro poderia salvar a vida de alguém num hospital público, portanto, assim como na nova lei de trânsito, um roubo desse porte ou maior deverá ser considerado homicídio doloso. Assim, um Lalau ou um Cacciola passaria o resto dos dias preso, na cadeia, e não em casa.

2) Acaba o foro privilegiado para qualquer autoridade
Não tem cabimento um Ministro de Estado ser blindado de processos. Deveria ser o contrário, ele deveria ter muito mais responsabilidade de explicar qualquer denúncia, e não ser blindado. Lula protegeu Henrique Meirelles dando-lhe status de Ministro. É o único Ministro do mundo subordinado a outro Ministro. Onde já se viu isso? Acabaria também o foro privilegiado para qualquer outra autoridade. Pra que foro privilegiado se a pessoa for honesta?

3) A imunidade fica restrita apenas às atividades estritamente legislativas.
O parlamentar, no exercício de suas atribuições de fiscalizar o Executivo e enquanto legisla, não pode sofrer pressão ou chantagem qualquer. Portanto, apenas para essas atividades, ele mantém imunidade.

4) O sigilo fiscal e bancário deixa de existir automaticamente uma vez que o candidato eleito for diplomado.
O “homem público” no Brasil só tem o rosto de público. O resto é um jogo de espelhos e fumaça, não tem nada de público na vida dos principais suspeitos. Aliás, dos eternos suspeitos, sempre sendo processados, sempre na imprensa se defendendo. Vamos resolver o mal pela raiz: ao ser diplomado fica automaticamente quebrado o sigilo fiscal e bancário. Aí o povo decide se o que ele tem é compatível, ou não, com suas atividades passadas.

5) Candidatos que estiverem sendo processados em varas criminais ficam inelegíveis
Processos pequenos, em vara cível, acusações de adversários e pequenas ofensas ficam isentas. Todos os outros crimes tornam o candidato inelegível. Quer ser homem público? Pois ande na linha desde cedo.

6) Qualquer candidato com condenação passada fica inelegível, tem que ter currículo perfeito.
Quer ser homem público? Então ande na linha.

7) O voto torna-se optativo.
O povo vota se quiser. Candidatos medíocres não merecem voto. Se ninguém votar significa que os candidatos não prestam. Ficam todos inelegíveis e convocam-se novas eleições imediatamente ao invés de presentear bandidos com 4 anos de dinheiro público.

8 ) A renúncia não interrompe o processo de cassação.
Se houver denúncia, o processo de cassação deve ocorrer do início ao fim para averiguar todas as acusações, até mesmo pelo interesse do candidato de ser inocentado. Portanto a renúncia ao cargo não interromperia o processo. Havendo constatação política do crime, o candidato é cassado in absentia caso tenha renunciado, e perde seus direitos políticos para sempre.

Já que o Estado mostrou o braço forte pegando bêbados nas estradas, com tolerância zero, vamos pegar então essa praga que mata muito mais que os bêbados e que corrói o Brasil como um câncer espalhando o atraso. Chegou a hora da lei de tolerância zero com corruptos. Vocês vão ver, se fizesse uma lei assim os impostos cairiam, todos viveriam melhor e o Brasil seria uma país mais sério afinal de contas.

sábado, 23 de maio de 2009




Bar do Gil futebol clube.


Apenas visitem, conheçam e se apaixonem pelo barzinho mais fulera do Crato.

Está de portas abertas as sextas - à noite, sábados e domingos, "por que trabalhar durante a semana é coisa pra liso". Gil, o proprietário.

Localização, Praça Siqueira Campos, Centro, Crato/CE.

Pisando fundo, o problema é onde!

E o Rubinho encontra um novo Schumacher!!!
Depois de seis anos andando para a Ferrari como segundo piloto da maior equipe de formula 1 daqueles tempos, o piloto Rubens Barrichello conseguiu retomar as primeiras filas da categoria, dessa vez pela moderna e renovada equipe BrawnGP. O grande problema é que ele vê mais uma vez a velha sombriosidade de ser segundo piloto da melhor equipe da categoria. Ainda sem vitórias nesse ano de 2009, ele continua a andar atrás de seu companheiro de equipe Jason Button. Rubinho, torcemos muito por você, e queremos voltar a ter aquele sentimento gostoso de se sentar de frente a TV e assistirmos a fórumla 1 como antigamente (Saudoso Ayrton, que Deus o tenha), então vamo pisar fundo e esquecer essa idéia de segundo piloto.
Vai Rubinho.

Recepção.

Sejam bem vindos!

À todos os navegantes, náufragos internautas e demais leitores, interessados em opiniões de valores diversos, nosso muito obrigado por dedicar alguns rápidos olhares e instantes de atenção em nossos escritos a partir desse momento. A idéia e criação do presente blog fora, como mais um dos vários brasileiros insatisfeitos com alguns temas noticiados em nosso imenso Estado brasileiro, ou apenas felizes em poder ouvir e ser ouvido, criar mais um espaço de discussão de nossos sentimentos, realizações, insatisfações, descontrações e por aí vai...
Um bom aproveitamento das idéias, textos, imagens e demais conteúdos que encontraram por aqui.

Brito Junior - Editorial.